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Quais são os
Quatro Cavaleiros da Pobreza?

Os Quatro Cavaleiros Da Pobreza são quatro forças psicológicas que nos fazem atuar de uma forma inadequada com relação ao dinheiro.

Gastamos mais do que devemos. Sentimos dificuldade em fazer nosso dinheiro multiplicar. Temos medo e receio de implementar iniciativas que poderiam trazer prosperidade financeira.

Dentro do curso de enriquecimento financeiro A Classe Alta nós vamos explorar em detalhes o que fazer. Juntos, vamos mudar a nossa mentalidade para nos protegermos destes Quatro Cavaleiros da Pobreza.

Nesta apresentação, faremos uma explicação bem rápida. Vamos entender quais são cada um dos Quatro Cavaleiros da Pobreza:

1. Psicologia do consumo.

A respeito da Psicologia do Consumo, existe um documentário da BBC chamado The Century of the Self que conta a história de Edward Bernays, sobrinho de Sigmund Freud. Bernays e Freud entenderam a importância de muitos símbolos na nossa vida.

Vou apresentar duas rápidas histórias para ilustrar a Psicologia do Consumo. A primeira história é sobre a persuasão para fazer mulheres fumarem.

No começo do século passado era um tabu muito forte que as mulheres fumassem. E então George Hill, presidente da American Tobacco Corporation, solicitou a Bernays que encontrasse uma maneira de vender cigarros também para o mercado feminino.

Bernays foi bem fundo na pesquisa do nosso comportamento psicológico para entender quais são os símbolos que nos fazem agir de forma irracional. Para isso, ele usou várias teorias do tio Sigmund Freud e ele descobriu que havia uma conexão entre o cigarro e símbolos fálicos, símbolos de poder.
Psicologia do Consumo
Bernays também recebeu de alguns psicanalistas a dica de que se ele conseguisse conectar a idéia de fumar cigarro com desafiar o poder masculino, ele faria as mulheres fumarem.

Para fazer uma manipulação de massa, ele aproveitou o fato de que todo ano havia uma parada de Páscoa em Nova Iorque que chamava multidões e tinha muita atenção do público.

Edward Bernays combinou com umas debutantes da alta sociedade que elas esconderiam cigarros dentro de seus vestidos e quando ele fizesse o sinal, elas acenderiam os cigarros e começariam a fumar.

Para documentar o momento, ele aproveitou suas conexões com fotógrafos e jornalistas. Foi assim que orquestrou todo o registro do evento. Eles tiraram fotos que foram estampadas nas capas de todos os jornais americanos e até alguns internacionais com a manchete bastante interessante e também simbólica, dizendo algo como “Mulheres Acendem as Tochas da Liberdade!”

Este foi o uso de um símbolo que era amado por toda a sociedade, que era a Estátua da Liberdade e gerou um debate público. Nesse debate, as mulheres que concordavam que as mulheres deveriam ter mais poder e independência passaram a fumar.

Esse é um exemplo de uma atitude emocional que atende diretamente de acordo com nossos desejos, nossas emoções.

A segunda história para ilustrar o conceito de Psicologia do Consumo é sobre as misturas de bolo instantâneo Betty Crocker.

Um dos produtos Betty Crocker era uma mistura instantânea em que você só colocava água, misturava e colocava no forno, mas poucas mulheres compravam. Qual seria o misterioso motivo de poucas vendas para um produto tão prático?

Vamos lembrar que isso tudo aconteceu numa época muito mais machista do que hoje e a mentalidade era diferente. Nesse contexto, o Bernays descobriu que ao comprar a mistura pronta de bolo, de preparo rápido e simples, a mulher se sentia culpada, ela se sentia preguiçosa. Como se ela não estivesse participando do ritual de culinária para entregar algo pra família.

E os empresários queriam saber o que fazer para combater essa barreira psicológica e aumentar vendas.

Bernays disse que a resposta era era simples: bastava quebrar dois ovos e misturar com o pacote de preparo instantâneo.

Novamente, é um ato mais simbólico. A quebra de ovos torna o processo um pouco mais “caseiro”, resgatando a magia, a alquimia da cozinha apesar de ter pouca relevância no sabor do produto final. Só que foi esse o pequeno detalhe que fez com que se aliviasse o sentimento de culpa e as vendas começaram a subir.

OK, mas o que isso tem a ver com a nossa vida financeira? É que todas as nossas decisões de compra possuem uma forte carga simbólica sobre como nós definimos a nossa identidade.

Por que eu uso um determinado perfume? Por que eu dirijo um determinado carro? Isso tudo tem a ver com essa PSICOLOGIA DO CONSUMO, que influencia muito nossa identidade. É por isso que nós temos que domar a psicologia do consumo para ficarmos protegidos contra a persuasão do marketing.

2. Evolução Genética e Cultural.

O segundo Cavaleiro da Pobreza é a Evolução Genética e Cultural relacionada ao nosso hábito de consumo.

Essa ideia vem do livro Pandora's Seed, de Spencer Wells, que é de um antropólogo que estudou como a agricultura influenciou diversos elementos da sociedade e nossa condição de saúde. Ele chega a dizer que problemas como a diabetes e até a mudança climática global são efeitos secundários da agricultura.

Evolução genética e cultural

Como a Evolução Genética e Cultural se aplica ao consumo? Quando nós encontramos algum recurso, nosso instinto nos motiva a consumir imediatamente. Esse é o desejo de gratificação imediata.

No passado, ao encontrar uma árvore com frutos ou um animal adequado para a caça, o ideal era consumir imediatamente pois não haveria nenhuma informação de quando seria a próxima refeição. Portanto todos nós somos influenciados pelo impulso de consumo imediato.

No que diz respeito a alimentos, nós temos os mecanismos de armazenar, na forma de gordura, pra sobreviver mais tempo. Mas hoje, com geladeiras e supermercados, nós não precisamos mais desse mecanismo, porém é um mecanismo que continua no nosso corpo, nos nossos genes e, principalmente pra quem come excessivamente os alimentos errados pode causar sobrepeso e riscos cardíacos.

De maneira semelhante, nosso impulso de gratificação imediata é o hábito de consumo que faz com que a gente queira gastar imediatamente após receber o salário.

Então, quando nós não temos um treinamento especial e ficamos dependendo apenas do nosso instinto, temos a tendência a nos comportarmos como os milionários instantâneos e ganhadores de loteria que ganham muito e gastam tudo.

3. Influência Familiar.

O terceiro Cavaleiro da Pobreza é a nossa Influência Familiar. Acontece com algumas pessoas que cresceram no ambiente de uma família sem uma educação financeira sólida.

Um exemplo: Você é criança e de vez em quando seus pais chegam em casa, mal humorados, contando como o dia foi terrível com o chefe, com uma história negativa e desde pequeno nós vamos recebendo a mensagem de que o chefe, a pessoa que manda na empresa é uma pessoa de mau caráter.

Outro exemplo: quando existe uma briga na família, e eventualmente o dinheiro faz parte da briga, também temos uma má associação de que dinheiro simboliza discórdia.

Influência familiar

Uma outra situação é quando você ouve também na infância como seus pais gostariam de fazer algo mas não possuem dinheiro. O dinheiro aqui aparece como símbolo de limitação, de pequenez.

Lembra da importância dos símbolos e toda a história do Freud? São todos esses alguns dos vários tipos de situação no ambiente familiar que podem, inconscientemente, gerar uma certa resistência, uma auto-sabotagem, uma certa emoção negativa com relação ao dinheiro.

E nós não queremos nem amar o dinheiro nem odiar o dinheiro: dinheiro é uma ferramenta, é um fato, é um objeto. Cumpre a nós saber adquirir e utilizar corretamente, sem uma carga emotiva desnecessária.

4. Hábitos Negativos.

E o quarto Cavaleiro da Pobreza aparece na forma dos nossos hábitos. Algumas pessoas vivem dia a dia orientados por hábitos de riqueza. Outras pessoas seguem dia após dia orientados por hábitos de pobreza.

Como um hábito de pobreza se manifesta? São várias formas e vou ilustrar com um conceito que será muito útil pra toda a vida, que é a ideia de custo de oportunidade.

Tem um episódio do desenho animado Simpsons que ilustra isso de forma muito didática e divertida.

Homer Simpson está dirigindo o carro com o filho, Bart Simpson, e daí eles encontram um caminhão tombado na beira da estrada. Era um caminhão que transportava açúcar. E o Homer fica pulando de alegria, dizendo que vai ficar rico. E ele saqueia, enchendo o carro dele com açúcar e resolve virar um desses vendedores de porta em porta vendendo açúcar.

A esposa Marge Simpson, que como sempre é a mulher sensata da história, diz que não está gostando desse plano, e que inclusive o pessoal do trabalho do Homer telefonou lá na casa perguntando o motivo de ele não ter ido trabalhar. Estão preocupados em saber se ele vai ou não voltar pro trabalho. E o Homer fala “não se preocupe, Marge, olha aqui – eu tenho um dólar! que eu achei no chão enquanto estava no ponto de ônibus.

E a Marge diz que enquanto o Homer ganhou o um dólar, ele deixou de ganhar quarenta dólares por não ter ido ao trabalho. Então de forma muito simples essa historinha ilustra a idéia do custo de oportunidade.

Hábitos negativos

Ou seja: o que é que nós estamos fazendo hoje? Usando nosso tempo, nossos recursos, nosso foco de atenção? Será que estamos deixando de ir atrás de outras oportunidades melhores?

Existem diferentes perspectivas para entendermos as nossas escolhas. E não existe certo ou errado. Tudo é questão de preferência nossa, de prioridades nossas. Só que algumas escolhas estão alinhadas com hábitos de empobrecimento e outras escolhas estão guiadas por hábitos de enriquecimento.

O ponto principal aqui é que o nosso comportamento é orientado por hábitos do nosso dia a dia que possuem impacto muito forte no nosso futuro financeiro.

Como combater os Quatro Cavaleiros da Pobreza?

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Após conhecer os Quatro Cavaleiros da Pobreza, quais são os próximos passos?


A nossa dificuldade em lidar com os Quatro Cavaleiros da Pobreza é pelo seguinte FATO: Dinheiro é um tabu. Temos pouquíssimas oportunidades de falar sobre dinheiro abertamente com nossos amigos e família.

E somente conseguiremos alcançar prosperidade financeira se podemos ter um diálogo franco, aberto, honesto e inteligente sobre dinheiro.

Você acabou de assistir ao vídeo sobre os Quatro Cavaleiros da Pobreza. E agora? Para continuar, veja a aula especial. Para ter acesso, utilize gratuitamente agora usando o formulário acima. Assim, você vai aprender como modificar sua mentalidade para lidar com a psicologia do dinheiro. Vamos melhorar nossas escolhas financeiras e, portanto, teremos maior prosperidade e riqueza.

Você aprenderá a se proteger das armadilhas de consumo e dos truques de marketing e psicologia que nos aprisionam na matrix da mediocridade. E dará início a práticas financeiramente saudáveis para conquistar liberdade e qualidade de vida. Você somente terá prosperidade financeira se melhorar suas escolhas financeiras.

Seiiti Arata

Orientador nos cursos Arata Academy, que já impactaram dezenas de milhares de estudantes em cinco continentes. Profissional de desenvolvimento pessoal considerado escolha número um (top of mind) por líderes, empresários, estudantes e formadores de opinião.

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Esta é uma aula em vídeo de presente para você. Aqui na Arata Academy, nós respeitamos sua intenção de assumir controle de seu futuro financeiro. Por causa disso, a aula especial tem uma missão específica: compreender que a grande mudança duradoura é aquela que começa na nossa mentalidade. E você aprenderá o que é a mentalidade que conduz à riqueza financeira

Na segunda parte da aula, após realizarmos o estudo de caso da milionária que saiu da pobreza e se tornou um exemplo a ser seguido, teremos também uma atividade prática para que você já inicie também a sua transformação.

Seiiti Arata criou este material cuidadosamente para que você possa entender todo o conteúdo da aula e ter resultados duradouros.

Curso A Classe Alta - Enriquecimento financeiro Arata Academy - Os Quatro Cavaleiros da Pobreza

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Comentários sobre Arata Academy e A Classe Alta

Eri Batista

Há algo mágico na fala do Seiiti que me fazia partir para a reflexão e rapidamente para a ação. Tomei grandes decisões nessa época que fizeram com que a minha vida mudasse para melhor em todos os sentidos, em vários aspectos. Já recomendei o curso A Classe Alta para várias pessoas.


Isadora Amaral

O curso A Classe Alta estimulou várias mudanças de comportamentos e objetivos na minha vida. Eu fiz o curso em uma fase de transição, e certamente foi crucial.

Hoje eu posso dizer que tenho uma estratégia financeira bem definida e o meu tempo é no mínimo uns 80% melhor aproveitado. Uso praticamente todo o meu tempo livre para aprender e adquirir habilidades, ou então aumentar minha conexão com pessoas que valem a pena. Mas o que mais me surpreendeu ao fazer o curso foi ver como meus objetivos estavam desalinhados, e quão simples foi enxergar o que eu precisava fazer.


Suas escolhas criam sua prosperidade financeira.

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